quarta-feira, 27 de março de 2013

Por que o socialismo não dá certo?

Eu sempre fui simpático ao socialismo na sua essência, como filosofia. Seria um sonho termos um mundo igual. Mas o ser humano não foi feito para viver assim, infelizmente. Nossa essência não é essa. E fico triste em ver como é difícil para muitos entender isso. E continuar insistindo nessa linha utópica e que já se mostrou impossível de funcionar na prática.
O texto abaixo veio no Facebook. Não cito o autor, porque não veio com o texto. Mas é um texto fantástico que ilustra muito bem tudo o que eu penso nesse sentido.
"If a man is not a socialist in his youth, he has no heart. If he is not a conservative by the time he is 30 he has no head" -- Georges Clemenceau
Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'.  Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".  Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou:  "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la; 
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
Foto divulgada em conjunto com o texto no Facebook
Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.



Leia também
E, enfim, o Chavez se calou! 
"Esquerdistas" se tornaram pior que direita
Blogueira cubana: Esquerdistas não aceitam opiniões contrárias
O grande "legado" da esquerda ao Brasil!
Minha decepção com os petistas
PSTU garante solução para os sem-teto de Campinas
O fim de um sonho - PSDB
A verdade sobre o péssimo governo Lula 

6 comentários:

  1. Isso é Ayn Rand puro. "A Revolta de Atlas" mostra o que acontece quando coloca-se "igualdade" como uma prioridade.
    O ideal é que se busque por "liberdade" e por "justiça", sendo que "justiça" ao meu ver seria dar a cada um aquilo que merece (usando o exemplo da aula, alunos que acertam tudo tirando 10 e os que erram tudo tirando 0).
    Aliás, uma vez li um artigo (não lembro onde, e nem de quem xD) que dizia que a revolução americana deu mais certo do que a francesa por ser focada apenas na liberdade, enquanto a francesa buscava igualdade e fraternidade.

    ResponderExcluir
  2. O Exemplo da aula é bom, mas somente para inicio de conversa. O socialismo não é apenas sistema econômico, que visa dar igualdade para todos. É também um sistema de controle social, onde crenças, atitudes e pensamentos são combatidas, caso estes sejam oposição ao sistema socialista, ou seja não existe democracia no socialismo.O Socialismo de Karl Marx, tenta explicar os motivos do atraso humano, de sua alienação. Sobre esse pensamento, surgem os inimigos da época de Marx que são a burguesia e o cristianismo. Que são inimigos até hoje do socialistas.

    O Socialismo é mutável, tem várias correntes de pensamento. É preciso estudar, ficar atento, pois eles são organizados, obstinados. Controlam tudo,midia, universidades, o estado. A corrente de pensamento nesse meios é esquedista.

    Tenho procurado aprender,estudar o que é possível, quando é possível. Fico assustado como essa doutrina esquerdista é ensina para população, sem que possamos fazer o contraponto. Comecei a ouvir de socialismo no cursinho(comunitário), minhas impressões vieram de lá. Lembro de criticas a ditadura, que pareciam o grande motiva para tornar se socialista, Cuba era coroado na boca dos professores, esses todos formados na Unicamp, Unesp,USP. Hoje percebo com muito susto o "estrupo mental" que fazem na cabeça das pessoas.

    Referências:
    https://www.youtube.com/watch?v=AmJ-5Z567a0 ( Olavo de Carvalho explica o comunismo completamente, principalmente no Brasil, como PT e PSDB).


    A grande mentira socialista

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13534-a-grande-mentira-socialista.html



    ResponderExcluir
  3. O exemplo é horroroso. Meritocracia é dar um tiro no pé de quem já nasceu um passo atrás. Igualdade total não existe, mas de oportunidades DEVE existir.

    ResponderExcluir
  4. No exemplo da aula todos estavam na mesma classe, alunos do mesmo professor, ensinados por igual, com mesmo material didático. Nesse caso, todos tinham a mesmas oportunidades e portanto, aqueles que não estudaram mereciam ficar com nota baixa, e quem estudou com nota alta. Mas o que se verifica na nossa sociedade, pessoas nascem umas em baixo da ponte e outros filhos de milionários. E o governo nem aí para quem nasce desfavorecido? O ideal seria que só existissem escolas públicas, e o favelado e o filho do rico estudassem lado a lado em iguais condições. Bem como só hospitais públicos, e que a todos funcionasse as mesmas leis, sendo rico ou pobre, todos com os mesmos direitos e deveres, sujeitos as mesmas sanções.
    Infelizmente, no capitalismo atual, também tem muita gente ganhando sem trabalhar, em cima do trabalho dos outros. Ou que faz muito pouco e ganha rios de dinheiro. Acredito que igualdade não é desejável, pois as pessoas realmente tem méritos diferentes, mais o ideal seria que os de classe social mais baixa tivessem um mínimo de dignidade social. Ainda mais se trabalham.

    ResponderExcluir
  5. O problema não é a desigualdade em si, mas as condições iniciais de desigualdade na qual ela se dá. Nesta situação a meritocracia é uma falácia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jeferson K. B, você está equivocado, senão vejamos:

      >>>>>Machado de Assis nasceu em uma favela do Morro do Livramento - RJ, estudou sob a luz de lamparinas públicas, nunca frequentou universidade e se tornou um dos maiores escritores do Brasil;

      >>>>>>Marina Silva, durante sua infância e parte de sua adolescência, viveu com sua família em uma palafita chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco. Foi empregada doméstica e vez por outra disputa a Presidência da República;

      E outros exemplos mais... Portanto, nascer pobre não é sinônimo de nascer no prejuízo: eis a grande chance dada pelo CAPITALISMO, ainda que com falhas: oportunidade de crescimento... O interessante é que você se esqueceu de que o ex vice de LULA, José de Alencar seria considerado pelos Petralhas como "elite". Acontece que José de Alencar foi ENGRAXATE!!! Putz, então pode mesmo acontecer: nascer na m... e vencer na vida!!! Tudo por MÉRITO de quem não se dá ao luxo de ficar subjudado à uma "tetinha" governamental denominada BOLSA X, BOLSA Y, BOLSA Z...

      Excluir